Chamados para Permanecer

Chamados para Permanecer

Evangelho de João

Contexto Histórico do livro de João

O Evangelho de João cronologicamente foi o último a ser escrito, segundo dados históricos provavelmente entre os anos 95d.C e 100dC¹, data em que João após estar exilado na ilha de patmos havia sido solto². Embora na questão do local de origem deste evangelho haja divergência entre teólogos e historiadores nossa atenção deve estar no fato de que João teve oportunidade de ver a doutrina cristã plenamente revelada e viu os efeitos da pregação desta doutrina em diversas as nações. Além disso, se João escreveu este evangelho após retornar do exílio ele já havia recebido a Revelação de Jesus Cristo, como ele próprio descreve em Apocalipse, fato que explana à nós o motivo pelo qual a Divindade de Jesus é tão reforçada e destacada nos relatos de João. Ele não apenas conviveu com Jesus durante sua vida na terra e alguns dias após a ressurreição mas Ele viu Cristo em sua Glória, Majestade e Esplendor; ele pôde compreender como todas as coisas foram feitas por intermédio de Jesus e sem Ele nada do que foi feito se fez, pois Ele é o Primeiro e o Último.

João mesmo descreve o principal objetivo deste evangelho: “Estes [relatos, fatos], porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.” (João 20.31). As citações frequentes ao Antigo Testamento, a linguagem de João e os detalhes singulares que apenas ele descreve, bem como a afirmação de fatos já expostos nos outros evangelhos remetem ao objetivo dele: que creiam que Jesus é Cristo, Filho de Deus e então possam ter vida.

Também João já havia visto como a igreja estava caminhando e se preocupava com constante crescimento do gnosticismo3, entre os que se diziam cristãos, um ensino que distorce os principais fundamentos da fé cristã como: salvação, divindade e humanidade de Jesus. Um dos objetivos de suas cartas para a igreja foi fortalecer o evangelho buscando combater as heresias que o gnosticismo trouxe para o cristianismo reafirmando a identidade de Jesus como Verbo que se fez carne, o salvador da humanidade e o Filho de Deus.

João viu muitas profecias que Cristo havia proferido se tornarem realidades, antes mesmo de escrevê-las em seu evangelho, e entendeu a importância dos últimos discursos de Jesus antes de sua morte, talvez este seja um dos motivos que o levaram a relatar o que nenhum dos três evangelhos anteriores ao seu relataram: os últimos ensinos de Jesus, para eles os discípulos, antes de Sua morte. Em especial, as palavras de Jesus descritas em João 15 marcaram discursos nas cartas de João. Ao lermos suas epístolas percebemos que ele guardou e perseverou em ensinar à igreja a importância de permanecer em Jesus e este também será o principal foco deste estudo.

“Então, disse Jesus aos judeus que haviam crido nele: “Se permanecerdes na minha Palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos.” (João 8:31)

“Quanto a vós outros, zelai para que aquilo que ouvistes desde o princípio permaneça em vossos corações. Porquanto, se o que ouvistes permanecer em vós, de igual modo permanecereis no Filho e no Pai. (1 João 2:24)

“Todo aquele que não permanece no ensino de Cristo, mas acredita estar indo além dele, não tem Deus; porquanto, quem permanece na sã doutrina tem o Pai e também o Filho.” (2 João 1:9) 

 


O Discurso de Despedida

Entendendo o contexto textual de João 15

Grande parte das últimas palavras de uma pessoa que tem poucos dias de vida remetem ao arrependimento pelo que deixou fazer, se você pesquisar as últimas palavras de grandes pensadores e influenciadores da sociedade é isso que encontrará. Mas de modo algum essas foram as palavras de Jesus, Ele sempre teve a plena convicção de tudo que viveu e do que estava prestes a fazer sabendo que Ele apenas havia falado tudo o que o Pai falou e que também havia feito tudo o que viu o Pai fazer. Seu discurso de despedida foi então o mais inspirador de todos.

Jesus sabia que esta seria sua última ceia com os discípulos antes da crucificação, e “sabendo que o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas, e que havia saído de Deus e estava voltando para Deus,” (João 13:3) Colocou água em uma bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, Ele que já havia se esvaziado tornando-se homem também servo se fez e os ensinou que aquele que quiser ser o primeiro deve ser servo de todos.

Logo após este acontecimento Jesus perturbou-se em espírito sabendo que aquele que estava à mesa com Ele haveria de traí-lo. Então Ele entrega o pedaço de pão molhado a Judas e logo que Judas come o pedaço de pão ele sai. (João 13.18-30)

“Tendo ele, pois, saído, disse Jesus: Agora é glorificado o Filho do homem, e Deus é glorificado nele.” (João 13:31)

Neste momento Jesus começa a despedir-se dos seus discípulos, falar de sua partida (v. 33), diz a Pedro que ainda que ele desejasse segui-Lo até a morte ele o negaria três vezes antes do galo cantar. Mas então o Mestre começa a animá-los: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.(João 14:1-3)

“Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre.” (João 14:15,16)

E após encorajá-los Jesus os instruiu a permanecer Nele como Ele no pai permanece, João 15. Jesus não estava olhando para as falhas e fraquezas de seus discípulos, Ele sabia o que cada um iria fazer nos momentos seguintes, em que Ele haveria de ser preso. Ele os instruiu a como manter sua vida alicerçada Nele mesmo em sua ausência corpórea entre eles.

“Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” (João 15.5)

 


A Videira, as varas e O Agricultor

“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda. Vocês já estão limpos, pela palavra que lhes tenho falado. Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em mim. Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.” (João 15:1-5)

As uvas eram cultura de subsistência na palestina, a videira foi muito importante cultural e economicamente nos tempos bíblicos. Devido a sua centralidade na vida quotidiana, muitas vezes foi usada simbolicamente nas Escrituras.

Em João 15 podemos observar esta alegoria da Videira, O Agricultor, e os ramos.

Quando olhamos para uma vinha, em época de colheita, é lindo observar o verde de cada folha nos ramos carregados de cachos de uvas. Mas é impossível encontrar essa mesma beleza e fruto em um ramo que não está na videira. Diferente de outros galhos de árvores que podem servir para produção, alicerces, até mesmo servem para fabricar mesas e cadeiras, os ramos de videira são tão finos, que não tem nenhuma outra utilidade fora da videira, a não ser serem lançados no fogo.

“Filho do homem, que mais é a árvore da videira do que qualquer outra árvore, ou do que o sarmento que está entre as árvores do bosque? Toma-se dela madeira para fazer alguma obra? Ou toma-se dela alguma estaca, para que se lhe pendure um vaso? Eis que é lançado no fogo, para ser consumido; ambas as suas extremidades consome o fogo, e o meio dela fica também queimado; serviria porventura para alguma obra? Ora, se estando inteiro, não servia para obra alguma, quanto menos sendo consumido pelo fogo, e, sendo queimado, se faria ainda obra dele?” (Ezequiel 15:1-5)

“Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo e queimados.” (João 15:6)

Pense um pouco sobre isso: Jesus é a Videira, nós os ramos. Biologicamente analisando este versículo devemos conseguir entender esta alegoria. Todos os nutrientes que trazem vida aos ramos não são produzidos pelo próprio ramo, pois o ramo fora da videira seca. O ramo não consegue se plantar na videira, a videira o gera e o faz crescer, e O Agricultor poda os ramos e os trata para que dêem mais fruto. Sem a videira o ramo nada pode fazer, ser ou sequer existir, pois é na Videira, em Jesus que vivemos, nos movemos e existimos, pois somos a sua geração, aqueles que Ele gerou. Estas foram as palavras de Jesus. Nós fomos gerados Nele, por Ele e para Ele e sem Cristo nada podemos fazer.

Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça, a fim de que o Pai lhes conceda o que pedirem em meu nome.” (João 15.16)

A gratidão cresce em meu coração, cada vez em que me lembro dos momentos em que meu coração se sentiu fraco e desamparado e o Pai como um excelente agricultor tratou deste pequeno ramo, o podou, o limpou para que não fosse sufocado. Todos passamos por momentos em que necessitamos deste tratamento e como é lindo quando nos lançamos no processo de sermos limpos pela sua Palavra,  e sabemos que não iremos crescer desordenadamente pois temos um Agricultor que além de tudo é nosso Aba, Pai, que não está apenas preocupado com a quantidade da colheita mas com a qualidade de todo o processo de Permanecer na videira.

“E naquele dia, entendereis que Eu estou no meu Pai, e vós, em mim, e Eu, em vós.” (João 14:20)

 


O chamado para permanecer

“Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido.” (João 15:7)

A Videira, os ramos eram apenas uma linguagem de como Jesus quer se relacionar conosco. Sua vontade é que permaneçamos Nele, assim como Nele e por ele fomos gerados. Não consigo imaginar outra alegoria que se encaixe melhor neste contexto, quando permanecemos Nele, como o ramo na videira, e as suas palavras permanecem em nós como a seiva de uma planta que leva para os galhos e folhas os nutrientes (alimentos) que a raiz absorve da terra os frutos são gerados, mas tudo começa na Videira.

Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor.” (João 15:9)

No grego a palavra traduzida como permanecer é: “meno (με νω)”. Que também é muitas vezes traduzida como: continuar a estar presente, continuar a ser, não perecer, não partir. Como permanecemos em Jesus?

Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como tenho obedecido aos mandamentos de meu Pai e em seu amor permaneço.” (João 15:10)

Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele. Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.” (1 João 2:5,6)

O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros como eu os amei.” (João 15:12)

Podemos encontrar a resposta  nestes versículos citados: Permanecer em Cristo é obedecer aos seus mandamentos. Quando penso sobre seus mandamentos a primeira mensagem que me vem a mente é o Sermão do Monte, o ensinamento mais claro e profundo do que é seguir os seus mandamentos, mas que se resume em uma palavra: Amor, Amar a Deus de todo o coração, força e mente e ao nosso próximo. “Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.” (1 João 4:8) Todas as vezes em que Jesus está se referindo a “amor” nestes versículos acima, não está falando de filéo  Ele está usando a palavra ágape, vejamos a diferença de amor traduzido de filéo e amor traduzido de ágape:

Amor filéo – é o amor fraterno, relacionado à família e aos amigos. A pessoa retribui o amor na medida de amor que recebe. Amam por causa de bons e grandes favores. É um amor condicional.

Amor ágape – é o amor de Deus, sacrificial e doador.  É incondicional, não está dependente de uma resposta positiva. É possível ser expressado entre as pessoas também, desde que decidam amar incondicionalmente. Mesmo que as pessoas errem, continuaremos amando-as, pois o que nos desagrada são as suas atitudes, porém o nosso amor por elas deve permanecer inabalável.

Quando Jesus está dizendo como o Pai me amou eu vos amei. Ele está dizendo com o mesmo amor incondicional (ágape) que o Pai tem por mim eu os amei (ágape). Permaneçam no meu amor incondicional (ágape); versículo 9. E quando Jesus diz o meu mandamento é este amem-se uns aos outros como eu vos amei, Ele está dizendo da mesma forma incondicional que eu os amei (ágape) amem (ágape) uns aos outros, versículo 12.  Minha busca por amor ao próximo mudou quando esta realidade de amor ágape veio ao meu coração, Jesus já havia dito para amar o nosso próximo como a nós mesmos, mas estas palavras de amar ágape as pessoas como Ele nos ama ágape, são muito mais intensas do que conseguimos imaginar. Você consegue amar ágape aquela pessoa que passa pela rua sem te cumprimentar? Consegue amar ágape aquela pessoa que fala mal de você pelas costas? Consegue amar ágape aquela pessoa que tem um temperamento tão oposto ao seu que só em respirar ela te irrita? E consegue amar ágape aquela pessoa que já fez muito mal a você ou a algum membro de sua família? Muitos não conseguem se importar com  a dor das crianças que estão sendo vendidas para exploração sexual, quanto mais poderiam dizer que as amam ágape ao ponto de interceder por elas. Eu nem mesmo consigo imaginar se consigo me amar ágape, pobre e miserável ramo que sou!

Porém precisamos conhecer a Cristo verdadeiramente para que possamos começar a entender este amor ágape. É estando cada vez mais perto de Jesus o buscando, cultivando uma vida de oração e de busca pelo conhecimento de Deus que seremos transformados à imagem de quem Ele é. Me recordo de uma das aulas da nossa escola online (Fhop School) em que o professor Allen Hood contava uma história de sua busca fracassada por viver I Coríntios 13 e amar a sua esposa com aquelas descrições de amor, e quanto mais ele tentava pior ele ficava, até o momento em que Deus disse para ele: Allen, não existe amor fora de quem Eu sou, olhe para mim, entenda como eu amo e você será transformado, conseguirá amar à medida que me contempla. Sem Cristo nada podemos fazer, precisamos Dele para amá-lo (ágape) e precisamos Dele para vencer a apatia e amar (ágape) o nosso irmão como ele nos ama (ágape). Nós já estamos na Videira, porque Ele incondicionalmente nos amou, e precisamos contemplá-lo todos os dias para que possamos permanecer, ou seja, cumprir os seus mandamentos de amor ágape. Que todos os dias busquemos permanecer no seu amor, buscando conhecê-lo mais para sermos transformados à imagem de quem Ele É!

E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento. E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele. E nisto conhecemos que ele está em nós, pelo Espírito que nos tem dado.”  (1 João 3:23,24)

Nós amamos porque ele nos amou primeiro. Se alguém afirmar: “Eu amo a Deus”, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Ele nos deu este mandamento: Quem ama a Deus, ame também seu irmão.” (1 João 4:19-21)

 


 

Referências:

¹ – pt.m.wikipedia.org/wiki/Evangelho_segundo_João

² –  Santo Ireneu  

³ – Segundo Rudolf Bultmann (1884-1976)

 

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Introdução a Interpretação Bíblica

Aldair Queiroz

Uma razão mais significativa para a necessidade de interpretação acha-se na natureza da própria Escritura. Historicamente, a igreja tem compreendido a natureza da Escritura de maneira muito semelhante à sua compreensão da pessoa de Cristo — a Bíblia é, ao mesmo tempo, humana e divina. A Bíblia, como tem sido dito de forma correta, “é a Palavra de Deus apresentada em palavras humanas na história”. E essa dupla natureza da Bíblia que exige da nossa parte a tarefa da interpretação.

A Bíblia é a Palavra de Deus, tem relevância eterna, fala para toda a humanidade em todas as eras e em todas as culturas. Todo livro na Bíblia também tem particularidade histórica, cada documento é condicionado pela linguagem, pela sua época e pela cultura em que originalmente foi escrito (e em alguns casos também pela história oral que teve antes de ser escrito). A “Introdução a Interpretação bíblica”, conhecida também por hermenêutica, nos ajuda a entender o que o texto bíblico está nos dizendo, porque está dizendo e qual seu sentido conforme apresentado em seu ambiente. Certos textos, por exemplo, devem ser entendidos literalmente. Há também na Bíblia passagens em linguagem figurada, parábolas, cânticos, etc. Devemos ler a bíblia deixando-a significar o que quer dizer. Isto nos aproxima mais da intenção original do texto bíblico, quanto à sua mensagem e ensino. Também vamos conhecer aqueles que são considerados os principais métodos de estudo da Bíblia, os gêneros literários que se apresentam, sua organização básica, além de adquirir ferramentas para ter uma compreensão mais real do que dizem as Escrituras e consequentemente, conhecer mais verdadeiramente a Deus.

Segredos do Lugar Secreto

Bob Sorge

Deus convida você a se encontrar com Ele a qualquer hora no melhor lugar, onde todo cristão almeja estar: no lugar secreto, que é o abrigo do Altíssimo. Aqueles que aceitam esse convite renovam as forças para avançar em direção a novas dimensões do poder do Reino, além de receberem sustento para permanecerem firmes em meio às grandes tempestades da vida. O lugar secreto é o seu portal para o trono, o lugar onde você prova o céu.

Em “Segredos do Lugar Secreto”, lidaremos com problemas pessoais relacionados a esse lugar secreto e seremos inspirados a desenvolvermos uma conexão pessoal com Deus, além de encontrarmos chaves para reacender nosso desejo de buscar a Deus. Quando descobrimos que é possível ter acesso imediato à presença do Pai, nosso espírito e nossa alma respondem a essa certeza com uma profunda conexão. O conhecimento dessa verdade liberará seu espírito para alçar voos inimagináveis ao abrigo do Altíssimo, onde Ele espera por você de braços abertos.

Quando aprendemos a habitar no lugar secreto, nos posicionamos para descobrirmos a chave para a fertilidade do Reino verdadeiro. O poder reprodutivo é liberado na sombra do Todo-Poderoso. Este é um segredo incrível: O chamado de Deus queimando dentro de seu peito não poderá ser contido nem interrompido, à medida que você se dedicar à ardente paixão de comunhão íntima com Aquele que ama sua alma.

Livro de Hebreus

Vinícius Sousa

Hebreus primariamente fala da superioridade de Jesus Cristo. O autor, que não se identificou pelo nome mas que foi certamente inspirado, argumenta que Jesus é superior aos anjos, Moisés, Josué e Arão. Não somente Jesus é um legislador e sumo sacerdote superior, mas sua aliança é superior à aliança mosaica. Essa epístola foi escrita claramente para ouvintes conhecedores das escrituras do velho testamento e, especialmente, dos rituais de sacrifícios da lei. Talvez nenhum outro lugar do novo testamento esclareça o antigo como faz o livro de Hebreus. O escritor também compara constantemente as insuficiências do sistema sacrificial do antigo testamento com a perfeição e a realização em Cristo. Enquanto antes sacrifícios contínuos eram exigidos e uma expiação pelo pecado uma vez por ano, os quais eram oferecidos por um sacerdote humano, a nova aliança proporciona um sacrifício final através de Cristo e acesso direto ao trono de Deus para todos os que estão Nele.

Em “Livro de Hebreus”, entenderemos mais sobre a doutrina cristã fundamental e estudaremos exemplos animadores de “heróis da fé”, os quais perseveraram apesar das grandes dificuldades e condições adversas. Homens e mulheres que fornecem provas irrefutáveis quanto a garantia incondicional e absoluta confiabilidade de Deus. Seremos incentivados em nossas caminhadas e também advertidos quanto a perigos aos quais devemos estar atentos. Entretanto, ainda há mais, pois em Hebreus encontramos um maravilhoso retrato da figura do nosso Senhor Jesus Cristo, o autor e consumador da fé. Ele que, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus.

Vida Cristã à Luz do Fim dos Tempos

David Sliker, Dwayne Roberts, Mike Bickle e Webb Venga

O fim dos tempos é um assunto que é abordado pela igreja muito aquém da nossa real necessidade de saber o que nos espera para vivermos preparados e preparando outros para a segunda vinda de Jesus. São muitas perguntas: Os Cristãos passarão ou não pela tribulação no fim dos tempos? Qual o nosso papel, como parte da Igreja, no fim dos tempos? Como saberemos quando o fim dos tempos virá? Qual a ordem dos acontecimentos no fim dos tempos? O que querem dizer todas aquelas figuras e cenas que João viu e registrou no livro de Apocalipse?

Sobre as respostas para essas perguntas, a Bíblia é mais clara do que pensamos. Em “Vida Cristã à Luz do Fim dos Tempos”, teremos um panorama geral do fim dos tempos e receberemos uma visão geral dos valores fundamentais e da teologia de um estilo de vida de intimidade com Jesus e a urgente necessidade de preparação para o Seu retorno.

Ser um mensageiro que prepara o caminho para a vinda do Senhor, não é algo que simplesmente acontece, são necessários alguns compromissos somados a uma busca intencional, diligência e perseverança. Falaremos sobre esses compromissos da vida cristã e como incorporá-los em nossa rotina diária.

Orar, jejuar, trazer justiça, ofertar, viver em santidade, liderar com empenho e falar ousadamente são atitudes com as quais devemos nos comprometer e que vão nos ajudar a trilhar a jornada de precursor com intencionalidade. O desenvolvimento de disciplinas espirituais, o discipulado prático e a orientação por meio de uma estrutura eficaz nos ajudam a alcançar a transformação em todas as áreas das nossas vidas. Acompanhamento é fundamental se desejarmos que o aprendizado vá além da mente e realmente produza transformação interior.

Livro de Efésios

Samuel Hood

Efésios, uma das cartas que o apóstolo Paulo escreveu quando estava preso. “Livro de Efésios” nos ajudará a entender a história da relação Deus-Homem, nos levando a ver, desde a eternidade até a “plenitude do tempo”, o maravilhoso e grande amor divino em nos dar, em Jesus Cristo, uma nova posição de membros da família divina, já ressuscitados e assentados nos lugares celestiais juntamente com Cristo.

Em primeiro lugar, como seguidores de Cristo, devemos compreender quem Deus declara que somos. Devemos também estar fundamentados no conhecimento dos planos de Deus para toda a humanidade. Em seguida, nossa existência e caminhada atual devem ser exercitadas e reforçadas. Isso deve continuar até que não mais flutuemos ou nos deixemos ser levados em todas as direções por qualquer vento de doutrina ou pela sutileza dos homens.

O livro de Efésios é um dos que mais enfatiza a ligação entre a sã doutrina e a prática correta na vida cristã. Muitas pessoas ignoram a “teologia” e querem discutir apenas coisas que são “práticas”. Em Efésios, Paulo afirma que a teologia é prática. A fim de viver a vontade de Deus em nossas vidas, devemos primeiro entender quem somos em Cristo doutrinariamente. Essa é uma carta não apenas teológica, mas, sobretudo, prática para ser executada na igreja nos dias de hoje, tratando de forma profunda e clara os princípios que devem nortear a família e a igreja neste mundo imerso em escuridão. Paulo também aborda a questão da reconciliação dos judeus com os gentios, o mistério do evangelho, a plenitude do Espírito, a família e a batalha espiritual.

Crescendo nos Dons Espirituais

Kirk Bennett

O Espírito Santo está com você; em você; sobre você; ao seu redor. Nós temos diversas terminologias sobre a ação do Espírito de Deus. Sabemos que quando somos salvos o Espírito Santo vem habitar em nosso interior, mas é comum encontramos cristãos que ficam em dúvida ao responder se são batizados com o Espírito Santo ou receberam algum de seus dons, essa confusão se dá pela falta de entendimento das diferentes particularidades da ação do Espírito Santo em nós e sobre nós. Em “Crescendo nos Dons Espirituais” falaremos sobre sermos cheios pelo Espírito Santo como algo diferente do que ocorre quando Ele vem habitar em nós no momento em que recebemos a Jesus como salvador, mas sobre aqueles momentos específicos em nossas vidas em que o Espírito Santo vem sobre nós de forma sobrenatural e nos confere uma capacitação especial para curar, nos move a falar novas línguas, profetizar e Deus derrama seus dons.

O Espírito Santo distribui toda variedade de dons, e estes são importantes para servirem de ferramentas para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo. Crescer nos dons espirituais significa ser cheio do Espírito e caminhar em maturidade de fé. No decorrer destas aulas veremos como podemos crescer espiritualmente através de uma vida de consagração, como crescer em comunhão e intimidade que nos levam a maturidade e como buscar que nossos sentidos espirituais sejam destravados. Estudaremos cada dom descrito em I Coríntios 12 e maneiras de ser intencional em buscá-los e aplicá-los.

Palavra de sabedoria; palavra de conhecimento; fé; dom de curar; operação de maravilhas; profecia; discernir os espíritos; variedade de línguas; interpretação das línguas. Os dons espirituais estão disponíveis a nós, peçamos ao Espirito Santo e estejamos prontos a recebê-los.

Livro de Tiago

Dale Anderson

Tiago cresceu na mesma casa que Jesus, sempre sujeito à sabedoria de Deus encontrada nas palavras de seu irmão, porém a descrença de seu coração o cegou, ao longo da vida de Jesus, Tiago não acreditou em quem Ele declarava ser, até que Cristo ressurreto fez Sua aparição. Jesus apareceu para ele, e o que a vida de Cristo não fez, a morte e ressurreição o fizeram. A partir daí, por causa do amor, Tiago ajustou sua vida a um lugar de oração e santidade. Esse estilo de vida deu a ele autoridade com os judeus, para os quais ele era chamado a pregar e ensinar o evangelho de seu irmão, Jesus.

A Mensagem de Tiago é contada em uma carta diferente de outras cartas que são endereçadas à igrejas ou cidades específicas, essa é uma carta circular, isto é, para ser lida por várias igrejas e pelos santos dispersos pelo mundo durante o início da perseguição da igreja. A teologia de Tiago é intensamente prática propositalmente. Seu povo estava espalhado pelo mundo, seus leitores não estavam perplexos com nenhum problema doutrinal, salvo o lugar das obras na salvação. O maior problema era a falha em colocar sua fé em prática enquanto dispersos em território hostil: terras estrangeiras que não eram simpáticas à fé dos Judeus. As condições em que estes Cristãos viviam na época, fazem com que a mensagem de Tiago venha de encontro às necessidades da igreja hoje. Jesus e Tiago viveram em tempos como os que vivemos agora, a fé cristã está mais uma vez sob ataque e os testes são mais constantes do que nunca. É neste momento que devemos colocar nossos corações nas coisas que importam para Deus! É hora de dar a Deus o que pertence a ele: o coração humano.

Em “Livro de Tiago” estudaremos temas como: O Conhecimento de Deus; Escatologia; Fé, obras e justificação; O propósito da lei; Sabedoria; Pobreza e saúde; Conflito; Misericórdia e Justiça; e Redenção.

Fundamentos de Intercessão

Corey Russel

Deus criou a humanidade para parceria. Após a queda Deus enviou Seu Filho para interceder e reconciliar Deus e os homens. Em Cristo nos juntamos ao Seu eterno ministério de intercessão. Agora somos “participantes do chamado celestial” (Hb. 3:1) nesta era e na era que há de vir, clamando para ver a justiça liberada, pela volta de Jesus e para que Seu governo seja estabelecido na terra. A intercessão é uma expressão do desejo de Deus por uma parceria íntima conosco, Ele escolheu fazer os santos participantes do Seu reino e mover-se ao som de suas vozes.

Hoje, por toda a terra podemos ver Deus restaurando o ministério da Intercessão, a cada dia mais cristãos tem se tornado cientes de que somos todos chamados à interceder.

Estudar mais sobre oração intercessória à luz da Bíblia é fundamental para ter clareza e confiança ao operar como intercessores. Em “Fundamentos de Intercessão” percorreremos as escrituras estudando situações em que os personagens bíblicos intercederam e quais foram as respostas recebidas, além de extrair da Palavra ferramentas para nos fortalecermos no lugar de intercessão e mudar a história através do poder da oração. Seremos confrontados com a urgência da hora e a grande necessidade de um povo de oração emergir pronto a se associar com Jesus para ver a vontade de Deus feita na Terra. Essa é a chave da oração respondida, declarar a vontade de Deus, que se faz conhecida a nós através das Escrituras e revelada através do Seu Santo Espírito.

O Futuro

Dwayne Roberts

A esperança sustentada pela fé cristã revela-se na grande manifestação do retorno de Jesus. Conhecer os aspectos da volta de Cristo é justamente o que nos ajudará a cultivar uma vida de fidelidade e sabedoria para a eternidade.

Em “O Futuro” teremos uma visão geral das passagens bíblicas que enunciam o propósito da segunda vinda, a partir da construção de uma linha temporal que abrange a primeira vinda, a motivação da cruz e o retorno de Cristo.

Tudo isso certamente culminará não somente em uma compreensão racional dos eventos futuros, mas irá gerar em nós uma visão de eternidade. Essa visão nos levará a caminhar com o desejo genuíno de agradar ao Senhor e a nos posicionar a partir da expectativa daquilo que está por vir.

Seremos chamados a despertar sobre a realidade da volta de Cristo, vigiando e orando constantemente como um ato de preparação, sabendo que Cristo não nos chama para sucesso ou fracasso, Ele nos chama unicamente à fidelidade.

Na espera por Cristo, somos convidados a cultivar intimidade com Ele em nossos corações, por intermédio do nosso relacionamento com Deus e do zelo pelo Senhor, elevando nossas obras à recompensas celestiais e não terrenas.

Crescendo nos Dons Espirituais

Esta matéria vai desenvolver o Espírito de revelação na vida do cristão, a fim de capacitá-lo para andar em maturidade nos Dons do Espírito. É o Espírito profético que desenvolve o testemunho de Jesus em nossas vidas e nos empodera, dando graça para amadurecermos e crescermos nos dons espirituais. Durante essas aulas vamos examinar os dons espirituais e aprender a executá-los melhor, andando em maturidade e liberdade para ministrar ao perdido, ao quebrado e à igreja.

A vida do Rei Davi

Dale Anderson

Davi viveu por volta de 1000 a.C. e foi o terceiro rei de Israel. Sua história é relatada de I Samuel 16 a II Samuel 1:1. Ele foi um rei popular e o personagem do Antigo Testamento mais vezes mencionado na Bíblia. Davi foi o oitavo filho de Jessé e morava em Belém.

Durante o estudo de “A Vida do Rei Davi”, observaremos como se desenvolveu o destino do menino que pastoreava as ovelhas do seu pai e veio a se tornar uma das figuras mais importantes da história de Israel, um rei cujo o grande impacto foi além das fronteiras de sua nação e se estende por gerações.

Veremos não apenas os acontecimentos da vida do homem segundo o coração de Deus, mas quais aspectos de seu caráter e identidade foram tocados e transformados ao ter seu coração exposto às dificuldades, bênçãos e desafios da jornada que lhe foi proposta pelo Senhor.

O pastor, o herói, o guerreiro, o musicista adorador, o rei conquistador de nações. Descubra conosco como o posicionamento de coração de um frágil, porém, sincero amigo de Deus diante das situações que viveu tiveram tão profundo impacto.

Cantares de Salomão

Jennifer Roberts

Cantares é uma canção de amor escrita pelo Rei Salomão para a sua amada Sulamita. Dentre as mais de mil canções que compôs, ele considerou esta a maior de todas elas.

Além de sua interpretação natural como uma canção sobre o amor entre um homem e uma mulher, devido à natureza alegórica da linguagem com que foi escrito, há outra interpretação bastante comum aplicada a este livro. Esta interpretação trata da perspectiva das verdades espirituais sobre o relacionamento entre Jesus e a Sua Noiva descritas por trás desta história natural, em uma linguagem poética.

Nosso objetivo ao estudarmos o livro de Cantares é encontrar, à luz do Novo Testamento, as verdades acerca das emoções de Deus para conosco, buscando entender de que forma respondemos a elas nas diferentes estações de nossas vidas, que estão refletidos neste cântico. Entender as emoções de um Deus que nos ama mesmo em meio às nossas fraquezas e que deseja se relacionar conosco no decorrer de toda a nossa jornada, nos faz confiantes em Seu amor por nós. Essa confiança nos capacita a amá-Lo de volta com todo o nosso coração, alma, mente e forças.

Desvendar “Cantares de Salomão” é uma ferramenta importante que nos leva a perceber o coração do Deus-Noivo e nos faz desfrutar das maravilhosas recompensas encontradas ao perceber as Suas afeições na história que Ele está escrevendo conosco.

Sermão do Monte

Dwayne e Jennifer Roberts, Webb Venga e Vinicius Sousa.

O “Sermão do Monte” é um discurso de Jesus Cristo, que pode ser lido nos Evangelhos de Mateus e de Lucas. Ao longo deste sermão, Jesus ensina lições de conduta e moral, ministrando os princípios que orientam a verdadeira vida cristã. Essa vida conduz a humanidade ao Reino de Deus. Nos aprofundaremos em cada assunto abordado por Jesus, que ensinou a todos que o ouviam e estes desfrutaram de palavras  cheias de sabedoria e instrução e viram Jesus expressar Seu desejo por retidão e justiça ao ensinar.

Estudaremos as bem-aventuranças e a sua importância; veremos tópicos como a pobreza de espírito, o lamento, a mansidão e a fome espiritual; entraremos em assuntos como misericórdia, pureza, pacificação e perseguição e estudaremos o impacto do reino ao sermos sal e luz.

O Sermão do Monte também trás os ensinamentos de Jesus sobre como vencer o espírito de homicídio, como vencer o espírito de imoralidade, como honramos o matrimônio e nossos compromissos, como substituir o amor passivo pelo amor ativo, como vencer a ansiedade e o medo, além de temas como “devemos ou não devemos julgar alguém?”.

Esse estudo marcará nossa caminhada cristã e nos ajudará, através das Escrituras, a colocar em prática o Sermão do Monte vivendo conforme disse Jesus: “Portanto, sejam perfeitos, assim como o seu Pai celestial é perfeito”. Mateus 5:48

A Majestade de Cristo

Allen hood

O conhecimento de Jesus Cristo não é apenas um meio de salvação para o perdido, é também um meio de santificação para os cristãos. A estratégia de Deus para conduzir a Igreja à plenitude é destacar a glória de Seu Filho, fazendo com que a Igreja O ame de forma madura. Nada a respeito da graça de Deus é mais poderoso do que Sua revelação ao coração humano. Sua revelação transforma nossas emoções, nossos pensamentos e satisfaz nossos corações. A revelação mais transformadora e emocionante de Deus é Jesus Cristo. Deus se fez conhecido através do Seu Filho, Jesus!

Em “A Majestade de Cristo” iremos percorrer a Bíblia de Gênesis à Apocalipse. Nessa jornada estudaremos as profecias do Antigo Testamento que se cumpriram na primeira vinda de Jesus, bem como aquelas que ainda se cumprirão no Reino que está por vir.

Abordaremos também o coração do Noivo; o princípio de contemplar e se tornar; a preexistência de Cristo; Sua encarnação; Sua divindade; os atributos de Sua humanidade; Sua mansidão; Seu zelo; Seu ciúmes; a crucificação; a multiforme beleza da salvação; a vitória da Ressurreição e o retorno do Rei.

Descobrindo a Beleza de Deus

Dale Anderson

Nossa confiança em reconhecer a voz de Deus e experimentar Sua beleza aumentará a medida que entrarmos em contato com as verdades de quem Ele é em “Descobrindo a Beleza de Deus”.

Abordaremos assuntos como cosmovisão, que é a estrutura por meio da qual alguém entende e percebe a vida. Por esse motivo, a cosmovisão influencia a maneira como alguém percebe Deus, a origem de tudo, o mal, a natureza humana, os valores e o destino. É possível definir a cosmovisão como o filtro através do qual uma pessoa enxerga o mundo. Como cristãos, baseamos nossos valores na infalível Palavra de Deus e essa é a nossa cosmovisão bíblica. Cremos inteiramente na verdade da Palavra de Deus, sendo ela o fundamento de nossas vidas.

Teremos a oportunidade de compreender melhor as emoções de Deus, percebendo que as emoções humanas são diferentes das emoções do Criador. E aprenderemos sobre a importância de definir religião e espiritualidade.

Estudaremos também os hinos e as descrições de Jesus encontradas no livro de Apocalipse e estudaremos vários aspectos da natureza de Deus descritos na Palavra. Isso nos ajudará a obter uma revelação mais ampla a respeito de quem Jesus é e portanto, da excelência da Sua beleza.

Conexão com Deus

Dwayne Roberts

A vida de oração não é apenas um canal que nos aproxima de Deus, mas é também a fonte que nos conecta ao sentido original da criação e a nossos propósitos individuais.
A intimidade com Senhor é essencial para construir as bases da vida de um cristão que deseja se tornar maduro. Entendemos isso quando percebemos que essa intimidade direciona o coração humano para responder em amor voluntário e devoto ao Senhor sem que isso seja uma mera obrigação.

Em “Conexão com Deus” veremos que conhecer os desejos do coração de Jesus significa caminhar em um modelo que nos levará a uma parceria grandiosa. Conhecê-Lo instigará a nossa capacidade de amá-Lo e de nos submetermos aos processos de santificação que nos aproximarão da realidade de uma noiva sem mancha e sem mácula, desejada por Cristo.

Permanecer em Jesus é o pilar fundamental apresentando ao longo destes estudos. É justamente esse o processo que permitirá a produção de frutos sinceros, de uma santificação que não é medida como um fardo, mas se apresenta no privilégio de vê-Lo face a face. Esse é o chamado para uma só coisa: o primeiro mandamento como o principal foco da vida cristã, em uma devoção simples que faz da nossa comunhão com Deus o lugar de verdadeiro encontro com Jesus.

Vida de Oração

Dwayne Roberts

A disciplina da oração é um dos pilares mais importantes da nossa caminhada cristã e é algo absolutamente essencial para o nosso desenvolvimento espiritual. A Bíblia nos mostra que o próprio Jesus retirava-se constantemente para orar em secreto e a partir deste lugar de oração Sua vida e ministério na Terra, o poder e a influência em que Ele caminhava, fluíam. Se Ele viveu assim, sabemos que devemos fazer o mesmo.

Por que motivo muitas vezes nos encontramos frustrados e entediados em nossa vida de oração? Como devemos orar? Quais são os benefícios de orar? Qual é o verdadeiro propósito de desenvolvermos uma vida de diálogo diário com o Criador?
Essas e outras questões serão alguns dos temas que abordaremos em nossos estudos de “Vida de Oração”, buscando encontrar a mesma satisfação, alegria, poder e propósito que Jesus encontrava em Seus encontros secretos com o Pai.

Desenvolver, em profundidade, nossa vida de oração é um convite do Senhor para uma jornada de relacionamento com Ele que começa agora e continuará por toda eternidade. Entender como usar esta ferramenta importante e como responder a este convite pode mudar para sempre as nossas vidas.